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domenica 30 maggio 2021
sabato 29 maggio 2021
Lettere da una taranta di Raffaele Gorgoni (I Quaderni del Bardo Edizioni di Stefano Donno)
"Edito dalla casa editrice salentina I
Quaderni del Bardo per la collana I Sassolini, “Lettere da una taranta. I ragni
e la politica” è il nuovo libro firmato da Raffaele Gorgoni, giornalista Rai,
scrittore e vice presidente della Fondazione Notte della Taranta. Traendo
spunto da “Lettere da una tarantata” che Annabella Rossi diede alle stampe nel
1970 (ristampato in una nuova e più aggiornata versione da SquiLibri nel 2015),
il giornalista salentino ha dato vita ad un curioso espediente letterario che
lo vede invertire la prospettiva narrativa dando voce a Lycosa Tarantola, il
ragno a cui affida “figurativamente” la scrittura di novantanove lettere nelle
quali ricostruisce le connessioni che hanno caratterizzato il rapporto tra il
Festival de La Notte della Taranta e la politica. Il ragno fa sentire la sua
voce critica, dopo aver atteso vent'anni in silenzio, vent’anni in cui è stato
testimone e protagonista involontario di un fenomeno senza precedenti in Italia
che lo ha trasformato in un marchio, in un logo stilizzato di un prodotto da
vendere, ma anche di successi e sconfitte, di luci e di ombre. Le poco più di
duecento pagine del volume scorrono a ritmo serrato portandoci dalle prime
osservazioni sul tarantismo agli studi del fenomeno da parte di Ernesto De
Martino, dalla sua progressiva scomparsa con le emigrazioni verso il Nord e
l’emancipazione delle donne alla riemersione della tradizione con la riproposta
negli anni Settanta. Entrando nel vivo del libro con l’analisi della genesi de
La Notte della Taranta, la scrittura di Gorgoni si fa sempre più tagliente,
incisiva ed ironica, consentendo al ragno di togliersi tanti “sassolini dalle
scarpe” con la leggerezza e la libertà di chi non può essere accusato di essere
di parte" (Salvatore Esposito su Blog Folk).
Raffaele Gorgoni giornalista
Rai, è autore di romanzi di successo nazionale e internazionale.
Immagine di
copertina opera di Paola Scialpi
Info link
venerdì 28 maggio 2021
“THE DOORS” - The Doors Em direção ao próximo bar de whisky: Com discografia atualizada em apêndice di Giuseppe Calogiuri ( I Quaderni del Bardo Edizioni di Stefano Donno)
É preciso ter coragem. Sim, é preciso ter muita coragem para pedir para
eu escrever o prefácio de um livro que fala sobre uma banda dos anos
’60. Isso porque, inclusive para você que está lendo, qual é o primeiro
pensamento que vem à sua mente? Com certeza umas daquelas bandas de
insuportáveis hippies malucos, pacifistas, lerdos e sem sal do estilo de
Mamas&Papas ou Jefferson Airplane (tenho certeza disso).
Felizmente, mesmo naqueles anos terríveis do ponto de vista musical,
algumas estrelas apareciam na escuridão. E, talvez, uma estrela brilhou
mais que todas: a estrela do The Doors! E é exatamente sobre esta
estrela que este livro fala, ou melhor, narra. E Giuseppe Calogiuri,
conhecendo meu ponto fraco, soube encontrar o meio e a coragem certa.
Mas, vamos começar pelo começo...No dia 4 de janeiro de 1967, The Doors
lançou seu primeiro álbum auto-intitulado. Não se tratava de um ano
qualquer. Aquele 1967 marcaria para sempre a historia dos Estados
Unidos, antes, e do inteiro mundo ocidental, depois. Há alguns anos, as
forças armadas de Whashington lutavam numa guerra não oficial longe de
casa. Desde o início de seu mandato presidencial, o “progressista” John
F. Kennedy começara a recrutar os garotos de seu País para jogá-los do
outro lado do mundo. The Golden One (citando The Human League), filho de
uma família que se enriqueceu desproporcionalmente graças ao comércio
ilegal de álcool, afundou os Estados Unidos na lama do Vietnã. Seu
sucessor, Lyndon B. Johnson, continuou o trabalho. Ou melhor, levou a
guerra à consequências extremas.No dia 7 de agosto de 1964, o Congresso
americano aprovou a H.J. Res. 1145 (mais conhecida como a “Resolução do
Golfo de Tonkin”) e entregou ao Presidente Kennedy um cheque em branco
para levar as tropas americanas onde ele considerasse necessário. Foi o
começo da presidência imperial. Foi também o início, na prática, do
recrutamento obrigatório para os jovens americanos. Aquela carne fresca
era necessária. Era essencial para lutar nos pântanos e nas selvas do
sudeste da Ásia. Em 1968, haveria 500.000 soldados empregados no Vietnã
(com infiltração também no Camboja e Laos para perseguir os
charlie).Neste clima, as universidades eram as instituições mais
afetadas pela guerra. Os garotos que "ganhavam" a loteria maligna do
recrutamento, tinham apenas três opções: 1) aceitar o alistamento; 2)
fugir, talvez no Canadá (como Jack Nicholson); ou 3) escolher o caminho
da objeção de consciência. A terçeira opção era uma escolha difícil,
colocava o individuo fora da sociedade e, por isso, requeria muita
coragem. Um campeão esportivo que se encontrava no topo da sua carreira
recusou o alistamento várias vezes e, em 20 de junho de 1967, foi
julgado culpado por traição. Aquele homem era Muhammad Ali!Um novo
caminho tinha que ser encontrado. E a música era fundamental como meio
de agregação para todos aqueles que queriam fazer alguma coisa (...)
(Por Daniele De Luca)
tradução por Ilaria Bisanti Diretora Accademia
Italiana Pellegrini
giovedì 27 maggio 2021
Cast Poetry in the Footsteps of a Woman Who Is Walking di Elisa Longo (i Quaderni del Bardo Edizioni di Stefano Donno)
Cast Poetry in the Footsteps of a Woman Who Is Walking (“I quaderni del
Bardo Edizioni”, August 2018, e-book) is the title of Elisa Longo’s
first book of poetry, and it’s just enough to evoke the author’s
poetics: poetry doesn’t only mean “to make”– the Greek verb ποιέω
(poiéo) –, it also means “to be”, and not only an idea, an image, an
emotion recalled by a spot of color on paper, but much more, it’s an
object on fire that must be handled, it’s a thing that scratches, blows
and cuts and eventually, maybe, it makes you fall in love in the way one
of Marina Abramović’s performances can.
Elisa Longo’s lines have
the long breath of wheat which ripens at every new reading. They are
soft like the flour which makes bread rise. They are also rough as an
iron blade which is rusting under the rain, the sickle with no handle
which has just reaped the field. But that blade is already blunt and
described in the minutest of details, it’s a free line but forced by the
limits of its own body, and palpable as the flesh which wants to blow
up in the mind for falling back new in the hands. This book is a journey
into the world of a dynamic and fundamental poetess; Elisa Longo’s
lines are a boiling magma, a river of words in ongoing transformation;
as a whole they are objective sedimentations taking on density and give
us the weight of their presence without any compromise; they are the
reflection of their own author, as her significant epigraph explains.
From the Introduction signed by Riccardo Giuseppe Mereu
On encountering Elisa Longo’s poems, the collection title makes an energetic first impression: poetry is cast into a woman’s footstep. Poetry, therefore, is something concrete, which doesn’t need handling with care. Quite the contrary: it needs (or shall we say ‘it gives’?) strength. Energy. Life. And it is cast into a woman’s footstep. This woman is walking. In the poet’s view, women are the future: thus, this future is definitely on the go.
Just like trees do, these poems look upwards, towards the sky, towards Life. They show the poet’s soul, and touch the reader’s.
On a final note, let us go back to the collection title, to poetry cast into a woman’s footstep. The English language gives it an added value: true, we can cast objects. But somebody (poets, certainly) can also cast a spell. Let us then surrender to the magic of the title, and see where these poetic footsteps lead us.
From the Postscript signed by Raffaella Ticozzi
Photo cover Joe Beck on unsplash
Cura editorial Valentina Sansò
From the Introduction signed by Riccardo Giuseppe Mereu
On encountering Elisa Longo’s poems, the collection title makes an energetic first impression: poetry is cast into a woman’s footstep. Poetry, therefore, is something concrete, which doesn’t need handling with care. Quite the contrary: it needs (or shall we say ‘it gives’?) strength. Energy. Life. And it is cast into a woman’s footstep. This woman is walking. In the poet’s view, women are the future: thus, this future is definitely on the go.
Just like trees do, these poems look upwards, towards the sky, towards Life. They show the poet’s soul, and touch the reader’s.
On a final note, let us go back to the collection title, to poetry cast into a woman’s footstep. The English language gives it an added value: true, we can cast objects. But somebody (poets, certainly) can also cast a spell. Let us then surrender to the magic of the title, and see where these poetic footsteps lead us.
From the Postscript signed by Raffaella Ticozzi
Photo cover Joe Beck on unsplash
Cura editorial Valentina Sansò
mercoledì 26 maggio 2021
Nei tuoi arcobaleni ... e altre poesie: Nuova Edizione Artist's Edition di Marcello Buttazzo (I Quaderni del Bardo Edizioni di Stefano Donno )
E allora, ogni volta che leggo nuovi (e vecchi) versi di Marcello
Buttazzo, mi tocca (oltre tutto) pormi delle domande e cercare le
risposte. Alcune le ho trovate e sono rinvenibili nelle varie volte che
di lui e del suo poetare mi sono (da dilettante: ossia – repetita juvant
– per diletto) occupato. Qui potrei, a proposito della poesia di
Marcello Buttazzo, rinverdire (o, se preferite, dire altrimenti) quel
che già ho detto e scritto e del divenire di quel che già ho detto e
scritto (oltre che dell’in progress del Nostro), ma ripetermi (lo
sapete, vero?) non m’è mai piaciuto… Altre (risposte) dovrei (vorrei,
potrei…) cercare adesso, dopo la lettura de Nei tuoi arcobaleni, ma non
voglio discettare di questa nuova (vecchia) raccolta di versi in modo
canonico (l’ho mai fatto?). Antonio Errico, durante una presentazione
d’un libro (non ricordo quale), diversi anni addietro, ebbe a dire
(riferendosi alla scrittura in generale…) che in fondo si scrive sempre
della stessa ‘cosa’. È il mio stesso vedere. (dalla prefazione di Vito
Antonio Conte)
Marcello Buttazzo è nato a Lecce e vive a Lequile, nel
cuore della Valle della Cupa salentina. Ha studiato Biologia con
indirizzo antropologico all’Università “La Sapienza” di Roma. Ha
pubblicato le opere “Canto intimo” (raccolta di note e poesie),
“Considerazione Canti” (raccolta di articoli e poesie), “Clandestino
d’amore” (raccolta di poesie) per Manni Editori, la silloge poetica
“Altro da Sé”. Nel 2007, ha pubblicato la raccolta di poesie “Alba”
(L’Autore Libri Firenze) e “Nei giardini dell’anima” (Manni Editori).
Nel 2008, la raccolta di poesie “Di rosso tormento” (Calcangeli
Edizioni) e, nel 2009, la raccolta poetica “Per strada”(Calcangeli
Edizioni). Nel 2010, la silloge “Serenangelo” (Manni Editori); nel 2012,
la raccolta di poesie “E ancora vieni dal mare” (Manni Editori); nel
2015, la silloge poetica “E l’alba?”( Manni Editori). Nel 2016, la
raccolta poetica “Origami di parole” (Pensa Editori). Nel 2018, la
raccolta poetica “Verranno rondini fanciulle” (i Quaderni del Bardo
Edizioni). Per i Quaderni del Bardo, ha pubblicato nell’estate 2008
l’ebook la raccolta di poesie “Mari che non conobbi”, in vendita su
Amazon. È in uscita per i Quaderni del Bardo la raccolta di poesie “Nei
tuoi arcobaleni”. In copertina e all'interno cura editoriale di Giuseppe Mauro
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Attraverso personaggi ricchi di umanità e ambientazioni intrise di introspezione, Terranova ci conduce in un mondo dove ricordi, rimpianti...



